"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"





Fernando Pessoa

sábado, 18 de janeiro de 2014

É paixão. Eu sinto que é... paixão.

Da mesma maneira que um pianista sente a música que toca, o suave toque de cada tecla, uma suave brisa de sentimento, as emoções fluem na sua música e a audiência sente com ele, vibra com ele. Dessa mesma maneira é como eu me sinto em relação à minha caneta, ao meu teclado, ás letras... Cheguei a duvidar da minha paixão... Mas se há coisa que me prende é um belo texto... Uma bela frase... Uma bela ideia... Bom ou mau, é o que gosto realmente de fazer. As críticas, depende de que lado vêm, podem e chegam, a consumir-me por dentro, a pensar se realmente estarão certas, mas sinceramente isso só me faz crescer. Já passou aquele tempo em que bastava dizerem que não gostam e eu pensava que estava errada! Se os cantores dizem que vão cantar até que a voz lhes doa, então eu digo que vou escrever até os dedos me doerem, ou até as ideias deixarem de fazer sentido.

Faz o que amas. Não podes? Há sempre uma maneira, se não é fazer disso vida, faz disso passatempo.  

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Puff

Não entendo e juro que tento. Todos os dias eu tento, entender-te. Todos temos histórias de vida diferentes e uma coisa é certa: todos temos um passado. A única coisa que difere é o grau de dificuldade com a qual cada um teve o seu. Eu tentei entender-te e interpretar-te pela dificuldade do teu, mas não dá, isso nunca será razão suficiente para as tuas atitudes e isso nunca será o motivo de perdões, porque há atitudes que ultrapassam em muito a barreira do aceitável! Mas calma, eu sei muito bem que não sou perfeita e cometi/cometo muitos erros, mas, será que muitos deles não terão sido por más escolhas tuas? Não, não estou a tentar culpar-te pelas minhas decisões, mas talvez seja a hora de meteres a mão na consciência e te veres como um dos meus principais motivos! Acredita, não há dor maior do que tentar perceber-se e nem com o maior esforço conseguir e ser praticamente obrigada a começar a ignorar-te. Mas em tudo. Tanto para o certo como para o errado.


Desabafo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Há dias assim...

Levar a vida a sério? Claro, tem que ser, não vamos andar por aí a correr nus, a passar passadeiras sem verificar se vêm carros, a bater e maltratar meio mundo... Mas, podemos levar a vida de uma forma mais divertida. 
Eu mesmo que quisesse não posso levar a minha vida a sério! Sabem aquela típica frase do "Aiii só me acontece a mim?" ora, eu passo a vida com ela..
Hoje acordei com vontade de mandar passear toda a gente, coisinhas da vida, nem toda a gente acorda bem disposta, eu por sinal, NUNCA acordo bem disposta mas quando há factores externos, é pior. Acordei ao som da bela da chuva a bater-me à janela, não tinha aulas hoje, podia ficar na cama e não há  nada mais gostoso do que ficar na cama quando está a chover xD 
Até que me lembrei que do lado de fora da janela pus ontem à noite um cobertor a secar !!! O meu riso foi-se, e lá bem a frase "Bolas, só me acontece a mim!". O tempo gosta de brincar comigo... Ontem tive aulas todo o dia e o sol lá brilhava alto no céu de Braga... Hoje que não tenho aulas em nenhum tempo chovem cântaros xD Vai-se lá entender.

Vá sorriam e não levem a vida tão a sério !!!
Ou então não metam a roupa a secar hoje fora da janela, pelo menos quem for de Braga/Minho xD

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

É, tu.

Não vou mentir, eu tinha medo, medo de admitir o que estava a sentir, sei lá, talvez por estupidez, talvez por erro, ou medo simplesmente. Medo parvo que atravessa a espinha quando não tens coragem para admitir que estás a ficar envidraçada/o!
Quando falava nisto com as minhas papoilas, elas riam e gozavam (damn right! ainda gozam kkkkk), mas no fundo eu sei que apoiam com força e aquela esperança no olhar que tudo dê finalmente certo!!! (damn como eu preciso que algo dê finalmente certo!)
Não me sais da cabeça de forma nenhuma, és o meu sol de manhã e a minha lua à noite. Seria estúpido não admitir que fazes parte da minha vida de uma forma que eu já deixei de controlar faz tempo! 
Quando entras-te na minha vida, eu nunca imaginei que fosses fazer parte dela de uma forma tão intensa.

Obrigada por seres quem és. Por seres como és. Por seres essencialmente TU.

*Este texto já tem um certo tempo, mas continua valendo.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Reality show, na realidade qual a parte real da história?

É de facto natural que as televisões procurem programas e formatos que atraiam as pessoas, penso que não será novidade para ninguém que os preço da publicidade se deve ao número de espectadores que uma estação tem, e desse modo todos querem ser a estação mais vista. Não me choca que procurem formatos com pouco interesse cultural, o que me choca é ser precisamente esse tipo de formatos que atraí as pessoas quando já deixaram de ser novidade faz tempo. 
Vou tentar mostrar as coisas de outra perspectiva: 
    Após um longo dia de trabalho, em que o stress quase que escorre pelo corpo, é natural que uma pessoa queira descontrair, sentar-se em frente à televisão e ver uma série de coisas estúpidas que fazem rir e esquecer que amanhã é dia de trabalho novamente e a rotina não pára. Até aqui tudo bem. O programa em questão, a tal novidade, seria portanto algo do formado do big brother/casa dos segredos, meia dúzia de pessoas fechadas numa casa em que são lançados desafios minimamente idiotas. 
Acho que ao fim de 4/5/6 edições a pessoa que se sentava no inicio e achava piada à situação com o tempo desgasta e começa a procurar por novidades, mas isto seria assim por um hábito normal, no entanto não é isso que se tem sucedido. Esse formato nas televisões portuguesas já existe salvo erro desde 2001 com o big brother e ainda existiu antes um programa na SIC chamado "acorrentados" com a polémica Gisela Serrano, na altura era novidade, isso atraía. 
Hoje já deixou de ser novidade faz tempo, para além que até os próprios concorrentes alteraram, actualmente a maior parte das "mulheres" já pousou nua em alguma revista ou já se viu envolvida em algum tipo de escândalo, e os "homens", os "homens" de HOMENS têm muito pouco.
O intelectual dos concorrentes é posto à prova novamente, a maioria detecta-se que cultura não é com eles, imagem sim, talvez seja. Futilidade ao mais alto nível, é isso que vejo nesses programas. Pessoas que ambicionam tornar-se famosos, quando na realidade nada mais são que pseudo-famosos em que as revistas cor-de-rosa e jornais mal intencionados vão fazer de tudo para passar os seus podres, segredos e montes de mentiras cá para fora, lamento mas essa é a realidade, os média não têm qualquer interesse em mostrar à sociedade as meninas bem-comportadas e os meninos bonitos.
A maior parte, não sei porque, tem tendência em virar DJ, ridicularizando quem realmente entende da área, de 20 vinga 1 no mundo da moda, se tiver sorte, e se por sorte o seu nome não tiver sido manchado antes. Ganham dinheiro? É verdade que o ganham, mas aquilo dura para sempre? Parece-me que não. Ganham fama? Uma altura li algo num dos meus livros que dizia que a fama só dura se existir um talento por trás, e convenhamos que talento em tirar a roupa todos temos, mais não seja quando vamos tomar banho.

Ké K.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Guerra



Chama-se de guerra aquele estado de ódio que não é positivo para ninguém, geralmente tem grandes interesses económicos camuflados com causas de direitos humanos e causa morte e destruição no mundo. Não é positivo para ninguém. Perdem-se vidas inocentes. Ganham-se ódios sem fronteiras. Ganha-se medo e perde-se a liberdade de expressão. Os soldados têm famílias, que ficam sem eles durante meses, filhos pequenos, mulheres desesperadas, pais com os corações nas mãos. Alguns só viram os filhos por fotografias porque o parto da mulher aconteceu com eles na guerra a milhares de quilómetros de distância e morrem antes de ver os filhos na realidade. Milhares de inocentes lutam com as armas que têm para salvar as suas casas e vidas que tinham antes da guerra começar, são inimigos mas não por um causa comum, mas sim por grandes jogos de interesse dos seus políticos que estão no conforto de suas casas a dar as ordens enquanto os soldados têm que conviver lado a lado com a morte todos os dias, quer dos amigos, quer das pessoas que se vêm obrigados a matar. Não acredito que seja fácil matar alguém a sangue frio, não têm nada contra a pessoa, mas têm que se defender.
Chega de guerra e destruição, a união é um laço mais forte e capaz de fazer um mundo bem melhor.
Basta de guerras por causa de milionários interesseiros.
Basta de guerras camufladas quando todos sabemos que estão interessados nas riquezas do país e não nos direitos humanos.
Respeito trás mais valor que guerra.
Guerra é estupidez.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pequenas grandes coisas :)

Adoro, Adoro sentir a música a dar-me voltas e voltas à cabeça, a envolver-me, a fazer-me gritar com ela e dançar como uma tola. Adoro, adoro poder abraçar a liberdade todas as manhãs e gostar de ser quem sou. Com meus defeitos, com minhas qualidades. Adoro poder gritar no vento que um novo amanhã virá. Mas o que eu adoro mesmo são as pequenas coisas. Essas pequenas coisas fazem o meu mundo girar. E essas mesmo pequenas coisas podem alterar o meu dia completamente. O Sol lá no alto; a suave brisa; o arrepio das gotas de chuva gelada a cair nas costas; Aquele música que faz chorar; Aquela música que faz vibrar e soltar o corpo; Aquele telefonema; Aquele livro que faz pensar...Qualquer coisa que faça esquecer a nossa existência "mecânica" por meros segundos faz girar o mundo. Qualquer pequena coisa que faça lembrar a razão de estarmos vivos mostra uma enorme gratidão, uma enorme gratidão por viver.
Adoro, Adoro viver. Hoje eu sei dizer que adoro viver.